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Marina Silva Falece em Recife, defendendo o Pastor Feliciano

marinasilva1Marina Silva morreu politicamente hoje, dia 15 de maio, vítima dela mesma.

Expirou de mãos dada ao irmão evangélico Marco Feliciano.

RIP.

 

As 3 linhas acima denotam o fato político mais importante do dia.

Num erro de avaliação assustador, Marina Silva, durante viagem ao Recife, defendeu Feliciano.

Afirmou que ele estava sendo atacado, em grande parte, por ser evangélico.

Repito…

Afirmou que ele estava sendo atacado, em grande parte, por ser evangélico.

Você pode ver aqui, neste vídeo.

Ora.

Feliciano, desde que apareceu para a mídia, tem repetido idiotices homofóbicas e racistas em sucessivas e tolas odes à intolerância e ao fanatismo.

Quando pensamos que ele havia terminado com o estoque de imbecilidade, surge um vídeo no qual ele afirma que Deus matou John Lennon por não ter gostado de algo que Lennon disse.

E Marina tem a pachorra de dizer que a rejeição a Feliciano se baseia mais na religião que na obra do pastor.

“Quando penso em certas coisas que disse, invejo os mudos”, assim disse Sêneca, o grande filósofo da Antiguidade romana.

Uma frase que cabe em Marina.

Para aquela que em dado momento irrompeu como esperança de renovação política, não haveria desfecho mais patético do que tombar na ridícula defesa do que existe de mais vulgar, mais mistificador e mais atrasado na política brasileira, o pastor Feliciano.

Sobre Patrick Wilson

Patrick Wilson tem 33 anos, é Professor de Ciências Tecnológicas na PUC /SP. Fascinado por tecnologia, futebol e tudo o que acontece no dia-a-dia e que valha ser compartilhado na Web.

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