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General diz que lugar de Gays não é no Exército!

Novamente o assunto que tem sido polêmico ao extremo, e de tão polêmico que já está enchendo o saco! A Causa Gay! Dessa vez temos a declaração de do general Raymundo Nonato de Cerqueira Filho, indicado para ocupar uma vaga de ministro do STM (Superior Tribunal Militar). Ele, na maior sinceridade, declarou que é contra a entrada e permanência de homossexuais na vida militar.

Segundo o General, o serviço militar é incompatível com esse tipo de indivíduo!

Ok! Ele se expressou muito mal, afinal em suas palavras tratou os homossexuais como “indivíduos”, estranhos, soou quase que aberração… embora tenha dito que não é contra os mesmos como seres-humanos.

Mas, na verdade o general está coberto de razão. Afinal, o que ele quis dizer é que não tem como ter um sargento, um tenente, um general e até mesmo um soldado se requebrando, falando macio e afeminado no meio da tropa. É sim incompatível, principalmente em combate.

Afinal, os gays reclamam, e muito do preconceito, mas o que vemos é sempre a mesma coisa: gays protestando sempre da forma que a sociedade mais se irrita: associando a imagem dos gays ao sexo, no ato em si, e não em relação a orientação sexual.

Vejamos a parada gay… o que é senão um monte de gays se pegando, rebolando, muitos seminus, e pavoneando por todos os lados. Poxa, os gays pedem respeito, mas eles mesmos não se dão a esse respeito. Claro, há exceções, conheço pessoas que sua orientação sexual é natural, sem frescuras, sempre respeitando os demais. Porém a grande maioria parece não só querer que os aceitem, mas que os héteros também compartilhem com eles os seus gostos sexuais.

Respeitar o movimento gay é uma coisa, ter que ser simpatizante é outra. E é exatamente isso que a mídia impõe… A sociedade tem que ser simpatizante, ou seja, tem que  sair se pavoneando ao lado dos gays, como ocorre nas paradas gays.

Servi o quartel e muitos dos soldados da época, assim como sargentos e etc, sabiam que um determinado Cabo de carreira, era gay, inclusive dividia sua casa com  um travesti, porém ninguém ousava a intimidá-lo. E sabe por que? Porque o Cabo em questão se dava ao respeito. Sempre tranquilo, sempre tratava a todos numa boa, e ninguém o via se requebrar ou fazer qualquer gracinha. Era natural, era, inclusive bacana pra caramba. Aí está a diferença!

vejamos as declarações do General no video abaixo….

Sobre Patrick Wilson

Patrick Wilson tem 33 anos, é Professor de Ciências Tecnológicas na PUC /SP. Fascinado por tecnologia, futebol e tudo o que acontece no dia-a-dia e que valha ser compartilhado na Web.

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