engenharia acustica


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engenharia acustica

alguem pode dar algunhas dicas?

para violao flamenco ou classico ?

ou posicionamento das costelas isso imfluência em que ?

pois flamenco é completamente tiferente?

18 set

Guitarreiro

Véio, vc acha que alguem aqui entende disso ? aqui é tudo no “chute” e no “acho”

18 set

Celso Luthier

Pegue um bom projeto pronto e execute ou teste até chegar a um bom resultado.

99% dos que frequentam a comunidade vão opinar na base do achismo, como disse nosso amigo Lee…

18 set

Yuri Barreto

É testar e “cair pra dentro”…

O que tá se buscando é algo tão específico…

18 set

Carlos Eduardo

ah, e cuidado com os álbuns pessoal.

18 set

CESAR

Eu acho que se voce pesquizar sobre Antonio Torres e os seus respequitivos violões com certeza ira ver algumas coisas interessantes em termos práticos. Agora encontrar aplicação para engenharia acustica na fabricação de violões vai mais complicar do que ajudar. Abraços.

18 set

Lucas

Lutheria não é ciencia exata, esqueça isso de engenharia acústica. Lutheria se baseia em testes, em experiencias…

19 set

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agradecimentos

pessoal não emporta qual a resposta de voces o importante é que vcs responderam e estou muito feliz por isso valeu pessoalestou muito sotisfeito com as respostas

mesmo as de gozação rererre nimguem pode viver sem dar risadas mesmo né

kkkkk….

22 set

Leonardo

uma diferença fundamental entre clássico e flamenco é a espessura dos tampos , geralmente clássicos usam tampos mais espessos oque dá mais sustentabilidade enquanto flamencos usam tampos mais finos (laterais e fundos também) oque dá muito mais ataque , geralmente flamencos tem ação das cordas mais baixa oque acaba dando uma “sujada” no som ; são feitos de cipreste menos brilhante que o jacaranda na sonoridade.

Construir um instrumento musical não é só empirismo não , envolve muita ciência também. (EU ACHO)

22 set

CESAR

Leonardo apesar de eu concordar com voce, pois musica é matemática pura, o que o diga Pitágoras. Porém voce corre o risco muito grande de se perder na ciência em vez de se concentrar no principal que é construir o instrumento. Um bom exemplo é a viola de cocho que apesar de rude é fabricada de maneira artesanal na base do facão e cola de peixe. Tu imagina se o caboclo tivesse de estudar engenharia para fabrica-las, as músicas folcloricas teriam de ser tocadas na base do gogó e palmas.

Sergio

Lamento te contradizer César, mas, os instruemntos musicais deixaram de ser rudimentares a mais ou menos quatrocentos anos na Europa, passaram a ser projetados e definidos matematicamente, com padrões utilizados até os nossos dias em certos instrumentos, como o violino por exemplo. Você pode fazer uma viola de cocho, pode se fazer um violino rústico sem nenhum projeto, uma Rabeca, que alguns caboclo constróem por todo nosso imenso Brasil, esses instruemntos rústicos, rudimentares, também não necessitam de teoria musical para serem executados, tendo assim um som puramente festeiro e distorcido, apesar de alguns tocadores conseguirem tirar água de pedras com esses instrumentos, agora, se quiser um instrumento preciso, onde pode-se tocar com harmonia e conhecimento musical, o instrumento deverá ser construido com muita ciência e projetos, com pesquisas e estudos elaborados em áreas como, a física da acústica, geometria, botânica, artes plásticas, ferramentaria, engenharia arquitetônica, e etc… Claro que não é preciso dominar todas essas matérias, mas tem que se tomar posse de uma certa dose de cada uma delas, pois construção de instrumento musical é muita ciência e pouco impirismo. Agora concordo com você quando diz que não devemos nos concentrar apenas nesse ponto, deve-se aprimorar com o tempo de trabalho, porém acredito que para iniciarmos na profissão de luthier, ou mesmo por hobbie, um pré conhecimento da matemática que envolve um projeto, deve ser levado em conta.

27 set

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tem violão flamenco que relmente tem o som meio ‘sujo’ …tenho uma video aula de flamenco aqui que o professor até destaca isso mas ,os violoes que são tocados por Paco de Lucia, Sabicas e Gerardo nuñez,etc… num tem esse tao som ‘sujo’ o q ouço

é um escala limpa com o ataque perfeito[ que é chamado de picado ] por exemplo

[panadeiros flamencos e impetuosa ]enterpletado por Paco de Lucia a escala é limpa com uma pegada muito forte e sem estar com o som ‘sujo’…

som sujo = cordas com a ação muito baixas que da uma serta trastejada na nota..

se estiver errado me corrijam……..haá e a duração do som do violão flamenco é de uma tal explosão, e o som pareçe ser cortado de uma ora pra outra ,isso num e a espessura do tampo que define ou é, eu achava que tinha alguma coisa a ver com o comprimento do nut ao cavalete , ou o posicionamento das costelas do tampo frontal…

27 set

CESAR

SÉRGIO

Voce esta certo no que esta falando e o conhecimento vai muito além da mecânica, acústica, eletrônica, marcenaria e por aí vai. Eu mesmo não sou luthier profissional, apenas cuido dos meus próprios instrumento. Tenho a pretenção de me tornar luthier profissional, para isso comecei a estudar mecânica no SENAI. Depois farei marcenaria, eletrônica e lógico meter a mão na massa porque senão a coisa não vai. Posso falar que tudo o que se aprende tem utilidade prática em luthieria, porém não te habilita a se tornar luthier. Como também estudar botânica apenas te habilita a se tornar botânico. Basta fazer uma pesquiza para tentar descobrir quantos profissionais da área sabem interpretar um projeto feito em desenho técnico ou conhecem alguma coisa de botânica, e tem muita gente boa por aí e o nível de conhecimento vem crescendo cada vez mais. Para se projetar um instrumento e ter isso documentado de maneira que qualquer profissional possa executar o projeto exige conhecimento a nível indústrial. Porém muito amador com habilidades manuais é capaz de fazer seu próprio instrumento com qualidade satisfatoria sem ter todo esse conhecimento. É nesse contexto que eu cito o cabloco e sua viola de cocho. Abraços.

29 set

Sergio

Cézar

Vc havia citado instrumento feito á facão, e botânica é pra vc se inteirar um pouco sobre as madeiras usadas nas confecções dos instrumentos quando ainda árvores, mas, eu postei daquela maneira forçando um pouco nas idéias apenas pra expressar o quanto é complexa a profissão de luthier… O dom é só o ponto de ignição, porque a coisa vai pegar mesmo é depois de acelerar,

Um abraço!

29 set

Sergio

Sobre os flamencos, realmente nem todos tem o som “sujo”, como tb nem todos são construidos de cipreste, o que o Leonardo quis dizer é que tradicionalmente eles são de cipreste e tem uma ação mais baixas das cordas, o que torna com o som “sujo”, porém há projetos, como a planta que eu tenho, que não há muita diferença para o violão clássico, nem em relação as espessuras gerais, o projeto é bem parecido com um Torres com uma leve curvatura no tampo, talvez pra maior tendencia aos agudos… Eu sei de violões flamencos feitos com fundo e laterais de cedro-rosa, e que essa madeira é ótima pra essa finalidade,assim como o maple. Já ouvi musica flamenca tocada em violão clássico, Andrés Segóvia executou dessa maneira, não sei se pq era músico erudito, já outros músicos flamencos, principalmente os de origem cigana, procuram o tradicional cipreste e as cordas com ação baixa …ah sim, alguns usam um escudo para proteger o tampo das batidas com os dedos e unhas, caracteristica da percurção da música flamenca tocada ao violão, outros não o usam. Outra caracteristica, também não seguida por todos é o uso de cravelhas de madeira como nos violinos ao invés de tarraxas mecanicas para esticar as cordas e afinar…

29 set

Leonardo

Luis Antonio

A escala (comprimento da corda) vai influenciar diretamente na intensidade (tensão) gerando menos ou mais volume

um tampo mais fino tem menos resistência a energia que as cordas produzem , dessa forma transforma rapidamente a energia das cordas em energia sonora através da oscilação do tampo gerando mais ataque , que é a tal chamada explosão (é a mesma coisa que ligar uma lâmpada 110volts na tomada 220volts)

um tampo mais espesso resiste mais à energia das cordas gerando maior sustentabilidade.

Vale lembrar que a qualidade da madeira usada influencia muito nesse processo , madeira com impedância alta em vez de transformar a energia das cordas em som vai transformar essa energia em calor no próprio tampo e não em som (ondas elásticas) no ar dentro da caixa (claro que ninguém vai fritar um ovo no tampo do violão)

Sergio

Foi exatamente isso mesmo , falei alí de algumas formas de construção que vão dar ao instrumento uma sonoridade mais caracteristicas do estilo musical flamenco , mas claro que isso não é uma regra , um exemplo são as bastante tradicionais guitarras negras , que apesar de serem construidas pra tocar flamenco são de jacarandá (entre outras) , e nada impede um músico de flamenco ter suas preferências por um determinado timbre ou outro.

Forte abraço!

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Patrick Wilson
Patrick Wilson tem 33 anos, é Professor de Ciências Tecnológicas na PUC /SP. Fascinado por tecnologia, futebol e tudo o que acontece no dia-a-dia e que valha ser compartilhado na Web.

Comments 1

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  1. Olá, veja que há muitos equívocos aqui sobre os violões flamencos e seus executantes.

    Não existe violão flamenco sem o golpeador por q não existe violonista flamenco que não os toquem.

    A espessura do tampo é exatamente o contrário, mas grossa que o clássico, laterais e fundo são mais finas.

    Não é só a ação das cordas em relação o braço q faz a diferença para a tocabilidade e percussividade do músico flamenco, mas sim o ângulo do braço que é mais inclinado pra frente que o normal, gerando assim o “GRAU ZERO”, e claro, com isso fazendo com que as cordas fiquem muito próxima ao tampo. Por isso o cavalete dos flamencos são bem diferentes aos clássicos.

    O resto é irrelevante e a gosto, cada violonista flamenco tem o seu. Por ex, muitos preferem hoje em dia os violões de tiro largo ( escalas de 660, 664, 666, 667, 670 mmm , etc…) Outros o pradrão curto, 650 ou 655.

    Se é um violão de jacarandá, isso não vai mudar tando por causa dos planos de construção. A mudança é basicamente a profundidade sem perder o tom flamenco, e isso não trata-se de ter mais ou menos agudo. Isso tbm é gosto pessoal, flamenco é ritmo e a percussividade do instrumento é o grande lance.

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