A Liberdade de Fumar


Fake

A Liberdade de Fumar

A Liberdade de Fumar, Segundo o Direito de Propriedade.

Detesto cigarro; aliás, melhor dizer que ele me detesta! Basta alguém começar a fumar perto de mim, e meu nariz entope e começa a escorrer, meus olhos se avermelham e minha garganta coça. Dos pouquíssimos pontos em que discordo do professor Olavo de Carvalho, aí está o principal: pra mim, pelo menos, cigarro faz mal, e este é um dado de tal maneira objetivo, que dispenso qualquer médico que me diga.

Entretanto, porém, contudo, todavia, não obstante, não parece ser assim com todas as pessoas! Há aquelas que, pelo menos em aparência, não se abalam com o ambiente plúmbeo dos bares, ou, pelo menos, desprezam o desconforto em proveito de compartilharem o prazer de fumar com seus amigos.

Como então definir o direito de fumar? Será que o fumante agride o seu semelhante? São justas as leis que proíbem o fumo em locais públicos? É justa a lei que proíbe a propaganda de cigarro? É justa a lei que impõe a propaganda do Ministério da Saúde nas carteiras de cigarro?

Por mais incrível que pareça, é recorrente, mesmo entre as pessoas com grau invejável de instrução, o argumento de que o estado deve coibir o fumo, devido aos altos custos em que o sistema público de saúde vem incorrendo para o tratamento de fumantes ativos e passivos. Pois, se o estado tem o direito de cercear o direito de fumar por causa dos seus custos, então ele pode virtualmente vir a comandar por inteiro a minha vida, de acordo com as suas conveniências. Imagine, por exemplo, você ser multado porque ultrapassou a cota de picanhas no mês, ou que cada açougue seja obrigado a exibir um cartaz com um sujeito recebendo uma safena na sala de operação!

Meu corpo é minha propriedade e minha posse. Eu não sou um fiel-depositário do meu corpo. Meu corpo e minha vida não pertencem ao estado! Não é porque eu pago – e à força – um plano de saúde vagabundo e corrupto que dá ao direito ao estado de este me dizer o que devo comer, beber, vestir, ler, fumar ou exercer qualquer outra ação.

21 abr

Fake

Sobre o princípio do direito de propriedade, que começa com o meu próprio corpo – e também com a alma nele inserta – jaz a minha liberdade, que, como tenho dito, não é uma concessão, por parte de ninguém – e muito menos do estado – mas um atributo da minha vida, tanto quanto eu possa ser considerada uma pessoa tão igual quanto qualquer outra. Qualquer pessoa que tente contestar isto já de antemão se contradiz, pois usa de sua liberdade para se expressar.

O estado, por meio de sua terrível invenção, a Estatística, age quase sempre em termos de uma maioria. Às vezes, age segundo interesse de minorias, o que é pior ainda, desde que estas consigam se sobrepor à vontade dos demais, manipulando sua vontade por meio de intensa publicidade, e é sempre desta forma que assim o denominado “interesse público” é usado para agredir os direitos das minorias, especialmente no caso do cigarro.

É o “interesse público” que se permite invadir o direito de propriedade de um restaurante privado, alegando falsamente que seu espaço é público. É assim que a horda das pessoas insensatas se deixa levar por tão terrível e mal-fundamentada ideologia. Ora, um restaurante privado é um espaço privado; portanto, quem deve dizer se os fumantes podem lá degustar seus cigarros, charutos ou cachimbos deve ser exclusivamente o dono do estabelecimento. Logo, se o estabelecimento permite que se fume a vontade, resta aos não-fumantes a liberdade de não freqüentá-lo, assim como também assiste aos fumantes o dever de respeitar os espaços privados onde o fumo não seja aceito. Certamente, haverá espaço para ambas as categorias de consumidores.

21 abr

Fake

Certa vez compareci a uma churrascaria, porém, instantes após ter sentado, dei-me conta de que viera ao lugar errado, eis que um ambicioso cantor se impunha à sua platéia por meio de um poderosíssimo aparato amplificador de som. Sem dúvidas, levantei-me de pronto, e alcancei a porta da saída. Como um adepto da filosofia liberal, não me ocorre forçar o restaurante e o seu cantor contratado a baixar o som por minha causa. Minha única objeção teria sido a de que eu tivesse sido previamente avisado, como forma de preservar o meu direito de uma forma lealmente contratual. Sem embargo, minutos depois degustava um delicioso almoço na concorrência mais silenciosa.

Segundo a filosofia liberal, acima posicionada, todas as pessoas têm o seu direito preservado. Não há que se falar em maiorias ou minorias! Conforme eu disse parágrafos antes, o caso do cigarro é especialmente emblemático porque os não-fumantes acostumaram-se a pensar que seria lícito agredir o direito dos fumantes, isto após uma massiva campanha anti-tabagismo promovida pelo estado. Foi esta campanha que precedeu e abriu caminho para leis absolutamente agressivas de direitos individuais, como se fossem cândidas normas de bem-estar geral.

Entendido isto muito bem, claro está que a proibição de veicular propaganda de cigarros atenta gravemente contra a liberdade de expressão e o direito de propriedade dos veículos de comunicação, assim como a propaganda obrigatória do Ministério da Saúde nas carteiras é uma clara invasão de propriedade do fabricante do cigarro e do contrato lícito e perfeito que ele celebra com qualquer pessoa que adquira uma delas.

No caso específico da propaganda obrigatória veiculada pelo Ministério da Saúde nas carteiras, tenho-a como um verdadeiro assédio moral e psicológico. Minha mãe fuma e apesar de eu não gostar de seu hábito, o respeito, por se tratar de seu livre-arbítrio. Eu e os demais familiares respeitamos o direito que tem a minha mãe de fazer as suas escolhas, mas assim não pensa o Ministério da Saúde.

21 abr

Fake

Barbada, aposto que você nem leu e já veio falando.

Leia e interprete o mundo que você vive menina, larga de ser hipocrita

21 abr

Fake

Então não fale pelos cotovelos o que você não sabe, cale sua boca que boca fechada não entra mosquito.

Se quiser dar uma de pessoa INTELIGENTE, SENSATA, COM CULTURA, eu volto a falar com você a respeito.

VA ESTUDAR PORRA!!!!!

21 abr

Fake

Mais uma….digo o mesmo que disse para barbada, nao tem gabarito pra discutir nao responda o texto.

Fake

Eu? Alé de estar no ultimo ano de Direito pela USP, sou empresário. Respondido.?

21 abr

Fake

No meu, te garanto que não.

Mas sua interpretação é péssima e sem sentido algum, leia primeiro e procure entender só assim você terá razão de debater algo.

22 abr

Ismael

PROPAGANDA DO CIGARRO

Bom,axo q a propaganda do cigarro na decada de 80 e 90 era um chamativo muito forte para crianças e adolescentes, que sonhavam e se imaginavam na situaçao de “liberdade” do Marlboro com os cowboys e cavalos, ou a “questao de bom senso” do Free, ou quando viam seus atores preferidos na tv com o cigarrao charmoso na boca.

Com o estado de marginalizaçao atual no país nem precisa de propaganda. Crianças precocemente se agarram ao cigarro e outas drogas mais fortes, só que estas…explicitamente alucinógenas. Por isso faz-se necessaria uma propaganda massiva,exaustiva e chocante para criar uma consciencia sobre os perigos do cigarro para as crianças, adolescentes e ate adultos. Em resumo: a popularidade do cigarro chegou a tal proporçao que medidas drasticas tiveram que ser tomadas pra combater o consumo crescente,para que menos pessoas entrem “nessa”, pq o ser humano experimenta o cigarro e passa a agir dependentemente do vicio.

Cai entre nós…o cigarro só nao é proibido hj por algumas razoes: 1- é uma industria bilionaria, muito poderosa; 2-O numero de consumidores é absurdo; 3-é tradicional,ja esta inserido na cultura de varios povos; Entao, nao se pode abolir o cigarro de uma hora para outra,ele será reduzido aos poucos conforme a humanidade for evoluindo para um estado de libertaçao dos valores materiais e dos vicios corporais,sejam eles quais forem(futuro bem distanteeee);o fumo poderá evoluir tb: as empresas poderao inovar, pensar menos nos lucros e mais na vida util de seus consumidores, retirando seus milhares de componentes nocivos e viciantes,e preservando o prazer de fumar.

Se hj nunca tivesse existido o cigarro, e alguem pensasse em industrializa-lo e comercializa-lo, nao iria conseguir. Ou o governo autorizaria um produto que comprovadamente afeta a saude do consumidor direto e indireto?Tb nao podemos comparar carne com cigarro. Ela nao é viciante,faz mal qd consumida em exagero sim. Quanto ao cigarro,n precisa de exagero. Tanto 1 cigarro quanto 1 maço ja faz mal,na devida proporçao.

22 abr

Ismael

MUNDO

“Leia e interprete o mundo que você vive menina, larga de ser hipocrita”

Vou relatar um resumo do mundo sob meu ponto de vista, como se a deixa acima tivesse sido direcionada pra mim (Obs:otro dia continuo o outro nosso tópico Fake rs)

O mundo é bem maior que uma sala fechada onde uns têm q respirar contra vontade a fumaça dos outros. Em qualquer situaçao temos q aturar o insumo do próximo,seja ele o lixo q entope ralos numa inundaçao,o vizinho q faz keimada no kintal e suja sua roupa no varal com cinzas,fora a sujeira no pulmao.

O Homem, que nem merece ter H maiusculo, gasta (na grande maioria das vezes) os recursos humanos,laborais e naturais com pretensoes inúteis e supérfluas. A humanidade (ou os poderosos que ditam qual caminho ela deve seguir) é preocupada em prover carros,eletrodomesticos,tenis de marca,etc…pra toda populaçao, objetivando o lucro. O Homem é competente em varios quesitos tecnologicos:ele conseguiu ir à lua,mandou robozinhos para Marte,faz carros que andam sozinhos,computadores,etc…mas necessidades basicas coletivas….o ser humano tem competencia?

Pensem…há um infinito investimento em aprimorar a performance de carros,bens materiais,etc…Focando a agricultura e a criaçao de animais:existem há milhares de anos. E a industria de automoveis?há no maximo 140 anos…Com certeza a distribuiçao dos carros no mundo é mais eficiente q a distribuiçao de alimentos.

A agricultura foi a maneira do Homem primitivo deixar de ser nômade para se firmar num espaço e poder desenvolver outras atividades,pois nao precisava mais perder seu tempo caçando ou sendo caçado. Seria este o inicio do ócio criativo? A partir do momento em que o Homem primitivo sanou suas necessidades basicas,ele obteve sua evoluçao para chegarmos ate oq somos hj. Mas no meio do caminho deve ter havido algum desvio. O ser humano nao completou oq iniciou. Tem gente morrendo de fome,sede,sem moradia,etc

22 abr

Ismael

MERC,axo q temos que debater contra os fumantes,o fato de ele ter criado o topico é mero detalhe. O titulo do topico nao tende pra nenhum lado. É bem ambiguo,nao é igual….”jogo na cara mesmo” ehueheuhe

22 abr

Ismael

Continuando

A humanidade focou somente na produçao de bens,dinheiro, e eskeceu de focar em si propria. Kem sabe qd nao houver mais gente passando necessidades basicas,possamos sim nos abastecer de bens materiais supérfluos que nos sao intimamente necesarios hj,dos quais nao vivemos sem. Entre eles ESTÁ TB O CIGARRO. É um produto que nada acrescenta assim como o alcool,etc …só dá prazer ou dexa bem loco….mas ambos fazem mal ao organismo. No estágio de evoluçao atual em que a humanidade se encontra, a maioria das pessoas pensam num objeto de fuga dos problemas,um passatempo,um prazer…Mas há as pessoas conscientes que nao kerem usufruir destes males, e nao kerem perder sua saude ao respirarem a fumaça dos cigarros alheios,ou a fumaça das keimadas no mato do vizinho…Seria interessante alguem chegar com um balde cheio de mato seco num restaurante, acendesse e espalhasse toda akela fumaça pq ele gosta de sentir o cheiro de mato keimado enquanto degusta dos alimentos ou de uma dose de qualquer bebida?até os fumantes com certeza reclamariam. Onde esta o direito desse individuo de apreciar akela fumacinha de mato? Do mesmo jeito que as keimadas hj sao ilegais,o cigarro tb será. Que culpa que a keimada de mato tem se ela nao é popular,se nao existe uma industria bilionaria q faz fumaça de mato pra vender pros consumidores,q devem ser rarissimos. Só pq ela é menos popular ela é inferior à fumaça do cigarro? A fumaça do cigarro é mais importante? É uma analogia estranha,mas trata-se do mesmo mal…uma fumaça que agride a saude. A keimada de matagal ainda leva vantagem de nao ser viciante hein. Depende do mato tb ehehueh

Fake

Ismael, estamos ficando famoso, rs. Estão querendo nos expulsar, rsrsrs.

Acho que somos os únicos que debatem com alguma clareza e expondo pontos reais.

O Merc já meu chamou de anarquista, agora de neo-nazismo e falando que copiei texto do wickpédia, eu postei a fonte do texto. Agora se o site é meu e a opnião também, pensem o que quiserem.

Postar tópicos grandes significa que a pauta está boa, que tem algum conteúdo de aprendizado, nao fumante ou fumante, sempre aprendemos algo. Se não levar a sério, pra que serve a comunidade? Pra deixar de enfeite e enfatizar o peito aberto “Eu odeio cigarro”, francamente.

Ismael, boa colocação.

O que as pessoas não estão entendendo é que queiram ou não, a lei fere e não podemos ser omissos. Nossa cultura está inoculada na base do facismo político. Não pode isso, não pode aquilo. Tive vendo telejornal hoje, prefeitos implantando toque de recolher nas cidades para menores de 18 anos. Entre 16 e 17 anos, pode ficar na rua até as 23:00hs. Já pensou se a moda pega no Estado? E isso não vai demorar pra acontecer.

Agora eu pergunto fugindo um pouco do contexto. Se com 16 anos você já pode votar, porque você não pode curtir sua baladinha entre amigos do colégio? Quero ver se algum menor de idade vai achar bom a lei.

Com o cigarro, é a mesma coisa, cigarro incomoda sim, eu sei, mas do jeito que as coisas vão…não quero nem pensar daqui 10 anos. O que não fumantes não entendem e que também precisamos ter nosso espaço assim como vocês tem. Não seria justo e nem coerente e muito menos social, você ser discriminado por causa de um cigarro. Assim como negros tem suas cotas nas universidades e depois falam que isso não é hipocresia, demagogia, francamente.

22 abr

Michelson:

Então,após as 23:00 vou ter que me recolher também

PORQUE TENHO UMA PERSONALIDADE INFANTO-JUVENIL,APESAR DE BEIRAR OS 30!

22 abr

Fake

Ué, se eu sou um cara chato que quer debater que problema você vê nisso?

Se você não quer debater com coerencia, tudo bem, mas fique quieto.

Até o presente momento eu não atingi você de forma alguma

22 abr

Fake

Barbara: E o que adolescentes nessa faixa de idade quer na rua depois das 23:00 hs???

Eu com 17 ia em motel após as 00hs sempre.

Posição no mínino mega conservadora. Ou você foi a “santa”até seus 18 anos, se for, parabéns. Pena que você é minoria.

Daqui a pouco você vai falar que é a favor do sexo após o casamento. Ai sou obrigado a falar pra você. Vá pro convento. Desculpe a brincadeira***.

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Patrick Wilson
Patrick Wilson tem 33 anos, é Professor de Ciências Tecnológicas na PUC /SP. Fascinado por tecnologia, futebol e tudo o que acontece no dia-a-dia e que valha ser compartilhado na Web.

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