A DEFICIÊNCIA FÍSICA NO CONTEXTO DA EDUCAÇÃO INCLUSIVA:CONSIDERAÇÕES FINAIS


CONSIDERAÇÕES FINAIS

Neste momento, faremos uma retomada de nossas intenções iniciais de pesquisa, voltando nosso olhar para a trajetória percorrida e percebendo de que forma, ou até que ponto, foram respondidas tais questões.

Ao término desse estudo, que teve como objetivo geral “problematizar o papel do Corpo na perspectiva da Educação Inclusiva, contextualizando-o na realidade de alunos com deficiência física incluídos em séries iniciais da rede municipal de Caxias do Sul, RS”, acreditamos contemplado nossa proposta de refletir sobre o papel do corpo e discutir este papel através da pesquisa aplicada.

Através do objetivo específico de “revisitar diferentes perspectivas acerca do corpo, bem como aproximá-las das discussões relacionadas à Educação Inclusiva”, percebemos o quão é complexa a temática “corpo” e, conseqüentemente, como é grande a diversidade de correntes teóricas que abordam este tema, sendo inevitável que tenhamos deixado de lado outras contribuições teóricas. Estamos nos referindo à nossa “opção teórica” abordagem social do corpo, trazendo aspectos conceituais de Foucault (1926-1984), o que não significa que desconhecemos a importância de autores como Merleau Ponty (1908-1961), por exemplo. O fato é que Foucault nos convida a questionar o papel do corpo nas relações de poder, através de técnicas disciplinares aplicadas ao controle dos corpos, e evidencia o espaço como uma destas estratégias pelo confinamento do corpo nas instituições, dentre elas a escola. Da disposição escolar retratada por Foucault aos nossos dias, é evidente a ocorrência de transformações, até porque já não há a necessidade de alguns dispositivos disciplinares, pois são executadas outras formas de controle, mais ligadas à tecnologia e ao consumo.

Neste primeiro objetivo específico, nos propomos ainda à aproximação da temática “corpo” com “inclusão”. Após levantarmos alguns pressupostos em relação à inclusão, evidenciamos que a relação inclusão/exclusão não é tão facilmente determinada como pensamos, nem suas fronteiras são prontamente delimitadas. O indivíduo pode estar incluído, no caso de uma deficiência física, até o momento que necessita deslocar-se e não tem condições de acesso para tal, por exemplo. Nesta situação, ainda, não deixamos de enxergar uma relação de poder exercida sobre este(s) corpo(s) uma vez que a ele não é permitida exercer sua autonomia. Da mesma forma, se um aluno com deficiência física é segregado da turma durante uma aula de educação física, por exemplo, evidenciamos novamente uma forma de exclusão através do corpo (afastado) e pelo corpo (que não está em condições plenas para correr, pular, jogar…).

O segundo objetivo específico, “apreender concepções e atitudes dos professores participantes da pesquisa em relação ao corpo e a educação inclusiva”, já esteve imbricado em nossa pesquisa de campo, através das entrevistas realizadas com as professoras. Podemos desmembrá-lo, na verdade, na apreensão das concepções e atitudes dos professores em relação ao corpo, em relação à educação inclusiva, e em relação à educação inclusiva e o corpo, pormenorizados nas categorias propostas na análise de conteúdo (BARDIN, 2004).

Falando, então, das concepções e atitudes frente ao corpo na escola, de forma geral, identificamos a influência do pensamento cartesiano através da fragmentação corpo/alma (ou corpo/mente), em algumas situações. Estas situações mostraram-se bem delimitadas em expressões como “o professor de educação física é que trabalha com o corpo” (evidenciando a sala de aula como lugar da mente, e não do corpo), ou de formas sutis, em situações em que as professoras justificavam que não podiam trabalhar muito com o corpo porque tinham muitos conteúdos a desenvolver (como se o corpo não contribuísse para tal!). Este posicionamento, porém, não pode ser generalizado, já que o corpo foi apontado também como coadjuvante do processo de ensino-aprendizagem, inclusive sendo apresentados exemplos de conteúdos que eram desenvolvidos por meio de trabalhos corporais. Decorrem daí posições antagônicas, que podem ser fruto de crenças pessoais, influências socioculturais, ou até déficits na formação profissional.

Quando enfocamos o papel do corpo à condição de inclusão do aluno com deficiência física, porém, encontramos, predominantemente, o medo e a ansiedade frente a “um corpo com deficiências, fragilidade”, os quais acabam por dar lugar ao acolhimento, à aceitação das diferenças e ao auxílio na superação das dificuldades, tanto por parte dos professores quanto dos colegas e funcionários da escola. Percebemos, ainda, que quando há apoio aos professores por parte de outros profissionais (destacando-se, neste caso, o profissional fisioterapeuta) através de instruções práticas de como posicionar, “pegar” e trabalhar com o corpo dos alunos com alguma deficiência, é gerada maior segurança aos professores, facilitando o rompimento de barreiras em relação ao corpo do aluno. Diferente de alguns teóricos mencionados no trabalho, felizmente não identificamos em nossa pesquisa a repulsa ao corpo do “outro deficiente”, mas sim, em muitas situações, o exercício da alteridade (colocar-se no lugar do outro).

Da mesma forma, entendemos que há um movimento importante em relação à inclusão por parte dos professores, não apenas com sua aceitação (ainda que tenhamos observado esta atitude em uma minoria de professoras), mas com um posicionamento claro de favorecimento à Educação Inclusiva, apoio para sua efetivação e, mais importante, coerência nas suas atitudes (respeitando as diferenças, e evidenciando as potencialidades de seus alunos incluídos). Foi evidenciado como maior fator positivo da educação inclusiva, a relação estabelecida entre o aluno incluído e os colegas de classe, tanto no aumento da auto-estima deste aluno, quanto no desenvolvimento de valores como solidariedade e aceitação das diferenças, por parte da turma. O contraponto à inclusão, entretanto, foram questões relacionadas à falta de condições de acessibilidade, as quais, além de gerar inúmeras repercussões para o aluno com deficiência física, exigem de professores e funcionários uma maior dedicação e até sobrecarga de função, para possibilitar a mobilidade dos alunos e a realização de atividades simples, como ir ao banheiro.

Este último apontamento vem, justamente, ao encontro de nosso último objetivo específico – “Identificar as condições de acessibilidade referentes ao espaço físico das escolas pesquisadas”. Assim, encontramos a falta das referidas condições, sobretudo em relação aos banheiros e utensílios, como bebedouros e telefones. Reconhecemos o intenso esforço por parte das escolas no favorecimento de tais condições, proporcionados, inclusive, com recursos próprios, em algumas situações. Como primeira necessidade, então, foram construídas as rampas de acesso, para proporcionar a mobilidade dos alunos. Permanece prejudicada (como já mencionamos) sua autonomia, impossibilitando a independência funcional dos alunos. Percebemos, ainda, que é a necessidade que impulsiona a mudança, ou seja, é a partir do momento que a escola recebe o aluno (na realização da matrícula) que se dá início ao processo de adaptação. E destaca-se o termo “processo”, pois é uma caminhada na busca da atenção à diversidade que existe no universo escolar. Não basta, entretanto, a conhecida “boa vontade”, mas também apoio financeiro necessário para que as leis não sejam desacreditadas pela sua não aplicabilidade, e os espaços adaptados de acordo com a tão citada “NBR 9050” (Norma Brasileira 9050) não sejam apenas um cenário utópico.

Acreditamos, assim, não apenas ter alcançado os objetivos propostos academicamente, mas também ter contribuído para o conhecimento da realidade estudada. É através da identificação das fragilidades que as mudanças são proporcionadas em busca do que realmente acreditamos ser a Educação Inclusiva, ou seja, que existam condições de acesso e permanência para que os alunos com necessidades educacionais especiais sejam incluídos em classes comuns.

Como já mencionado nas considerações iniciais, entretanto, à medida que tentamos responder aos primeiros questionamentos, outros vão surgindo, e este ciclo vai se perpetuando. E assim, naturalmente, fomos identificando outras indagações a serem respondidas. Desta forma, sugerimos, para futuros estudos, a ampliação desta discussão, compreendendo “Corpo, Educação Inclusiva e Deficiência Física” para o âmbito da “formação de professores”. Mesmo que este tema não tenha sido abordado neste trabalho, pois não foi o seu propósito e, conseqüentemente, não tenha sido pesquisada a fundo a formação dos professores participantes da pesquisa, percebemos o quanto é relevante este aspecto. Assim, nos perguntamos: “será que a complementação da formação dos professores através de pós-graduação ou cursos de aprimoramento relacionados à Educação Inclusiva e até à Psicomotricidade influenciam de forma positiva as atitudes dos professores diante de tal situação? Como, em sua formação profissional, foi abordado o corpo (se é que foi abordado)?”.

Quanto às questões relacionadas ao espaço físico, após evidenciarmos de forma nítida a discrepância entre as normas estabelecidas em relação à Acessibilidade e as postulações governamentais e a realidade encontrada, sugere­se, como continuidade desta pesquisa, um estudo que venha a escutar os gestores

– secretários municipais, equipe diretiva, etc. – a fim de entender a origem deste distanciamento. O próprio direcionamento de uma pesquisa para a questão política, trazendo à tona não só as políticas públicas nacionais, mas também de âmbito municipal seriam de grande relevância.

REFERÊNCIAS

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VILLAÇA, Nízia; GÓES, Fred. Em nome do corpo. Rio de Janeiro: Rocco, 1998.

APÊNDICES

APÊNDICE A – ROTEIRO PARA ENTREVISTA SEMI-ESTRUTURADA APLICADA AOS PROFESSORES

Nome:
Escola:
Aluno (a):
Série:
Data:

ENTREVISTA SEMI-ESTRUTURADA

  1. Você acredita ser possível utilizar o corpo para a aprendizagem em sala de aula? Por quê?
  2. Você costuma estimular o uso do corpo dos seus alunos através de atividades propostas em sala de aula? Se SIM, como? Se NÂO, por quê?
  3. Se a resposta da pergunta anterior for SIM, como isso acontece com seu aluno com deficiência física?


4. Como você vê o processo de inclusão do seu aluno com deficiência física?

APÊNDICE B – ROTEIRO PARA OBSERVAÇÃO DO ESPAÇO FÍSICO ESCOLAR

Escola:
Aluno:
Data:

OBSERVAÇÃO DO ESPAÇO FÍSICO ESCOLAR

1                     Tipos de pisos:
( ) lisos
( ) ásperos
( ) antiderrapantes
Obs.:

2                     Existência de sinalização (acessibilidade)
( ) Sim
( ) Não
Obs.:

3                     Colocação de tapetes:
( ) sobressalentes
( ) não sobressalentes
( ) não há tapetes
Obs.:

4                     Largura dos corredores:
( ) adequada
( ) inadequada
Obs.:

5                    Desníveis
( ) Não existem
( ) escadas
( ) rampas
Obs.:

6                     Banheiros adaptados:
( ) Sim
( ) Não
Obs.:

7                     Bebedouros adaptados:
( ) Sim
( ) Não
Obs.:

8                     Telefones adaptados:
( ) Sim
( ) Não
Obs.:


ANEXO C: TERMO DE CONSENTIMENTO LIVRE E ESCLARECIDO

Termo de Consentimento Livre e Esclarecido25

Prezados (as) professores (as)!

A Educação Inclusiva tem se tornado tema para diversos debates e está sendo uma realidade, por isso os estudos nessa área são diversos. Não se evidenciam, porém, pressupostos teóricos que aproximem a Educação Inclusiva e o papel do Corpo em seu processo, o que pode ser relevante, sobretudo em relação à inclusão de alunos com deficiência física.

Por este motivo, a acadêmica de Mestrado em Educação da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM) matrícula 2560399, e fisioterapeuta, Alenia Varela Finger, com a orientação da professora Dra. Soraia Napoleão Freitas (educadora especial) propôs um estudo com objetivo de problematizar o papel do corpo no contexto da educação inclusiva de alunos com deficiência física, no ensino fundamental da rede municipal de Caxias do Sul, RS. Para este estudo, intitulado “O PAPEL DO CORPO NA PERSPECTIVA DA EDUCAÇÃO INCLUSIVA DE ALUNOS COM DEFICIÊNCIA FÍSICA NO ENSINO FUNDAMENTAL” será realizada uma pesquisa em sua escola, observando o espaço físico da escola e realizando entrevistas aos professores que tenham em sua turma alunos com deficiência física incluídos.

25 Elaborado com base na resolução 196/1996 do Conselho Nacional de Saúde, do Ministério da Saúde, publicada no Diário Oficial número 201, 16/ 96.

O requerimento referente à realização desta pesquisa foi protocolado na Prefeitura Municipal, via processo administrativo (no 2006/5275-0), sendo a solicitação deferida segundo “Comunicação de Despacho no 2006/5275-9”.

Assim, você está convidado (a) a participar deste estudo respondendo a uma entrevista realizada pela pesquisadora, que será gravada em fita cassete.  O trabalho poderá ser apresentado em eventos científicos ou em publicações em revistas científicas. Os participantes não serão identificados em nenhuma hipótese, e todas as informações e dados obtidos serão sigilosos.

Ao assinar este documento, permanece a possibilidade da retirada do seu consentimento a qualquer momento, sem nenhum prejuízo.

Eu, ________________________________________________, após a leitura deste documento, estou de acordo com a realização do estudo, autorizando minha participação.

Assinatura:_______________________________

Nº do RG:_________________

Orientadora da pesquisa Pesquisadora

Caxias do Sul, de             de 200

ANEXO D – TERMO DE CONSENTIMENTO INSTITUCIONAL

Termo de Consentimento Institucional

Prezados (as) diretores (as)!

A Educação Inclusiva tem se tornado tema para diversos debates e está sendo uma realidade, por isso os estudos nessa área são diversos. Não se evidenciam, porém pressupostos teóricos que aproximem a Educação Inclusiva e o papel do Corpo em seu processo, o que pode ser relevante, sobretudo em relação à inclusão de alunos com deficiência física.

Por este motivo, a acadêmica de Mestrado em Educação da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM) matrícula 2560399, e fisioterapeuta, Alenia Varela Finger, com a orientação da professora Dra. Soraia Napoleão Freitas (educadora especial), propôs um estudo com objetivo de problematizar o papel do corpo no contexto da educação inclusiva de alunos com deficiência física, no ensino fundamental da rede municipal de Caxias do Sul, RS. Para este estudo, intitulado “O PAPEL DO CORPO NA PERSPECTIVA DA EDUCAÇÃO INCLUSIVA DE ALUNOS COM DEFICIÊNCIA FÍSICA NO ENSINO FUNDAMENTAL”, será realizada uma pesquisa em sua escola, observando o espaço físico da escola e realizando entrevistas aos professores que tenham em sua turma alunos com deficiência física incluídos.

O requerimento referente à realização desta pesquisa foi protocolado na Prefeitura Municipal, via processo administrativo (no 2006/5275-0), sendo a solicitação deferida segundo “Comunicação de Despacho no 2006/5275-9”.

Assim, a sua escola está convidada a participar deste estudo, através da observação e registro fotográfico do seu espaço físico. O trabalho poderá ser apresentado em eventos científicos ou em publicações em revistas científicas. As escolas participantes não serão identificadas em nenhuma hipótese, e todas as informações e dados obtidos serão sigilosos.

Ao assinar este documento, permanece a possibilidade da retirada do seu consentimento a qualquer momento, sem nenhum prejuízo.

Eu,_______________________________________________, após a leitura deste documento, estou de acordo com a realização do estudo, autorizando a participação da Escola _____________________________________________, por mim dirigida.

Assinatura:_______________________________

Nº do RG:_________________

Orientadora da pesquisa Pesquisadora

Caxias do Sul, de            de 200


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Patrick Wilson
Patrick Wilson tem 33 anos, é Professor de Ciências Tecnológicas na PUC /SP. Fascinado por tecnologia, futebol e tudo o que acontece no dia-a-dia e que valha ser compartilhado na Web.

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